Brasileiríssimo, você lembra do
Cobogó? Pois eles voltaram com tudo aos apartamentos, casas, comércios e
prédios públicos. Os cobogós ficaram um pouco desvalorizados por um tempo, mas
agora estão mais descolados, dando identidade ao ambiente.
Você pode usá-lo para fechar
ambientes, dando uma certa privacidade e não perde a circulação de ar e entrada
de luz, por isso é perfeito para ambientes pequenos como cozinhas e
lavanderias. 
Mas claro, vão muito bem em salas de estar, como divisórias de ambientes e também em escritórios mais sofisticados.
Também podem ser usados por segurança, em um muro por exemplo. Ou simplesmente como um elemento decorativo!
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Antigamente eles eram apenas feito de cimento, mas hoje você encontra de tudo, cerâmica, vidro, porcelana, madeira, gesso e mármore e os desenhos podem variar bastante também. Mas claro que com essa variedade de materiais os preços também variam muito.

Um pouco de história...
O cobogó surgiu na década de 1920, em Pernambuco, mas foi popularizado mesmo à partir de 1950. Foi inspirado no muxarabis, treliças de madeira que ficavam nas janelas das construções árabes. E o nome? Pois é...esse foi herdado das sílabas dos sobrenomes dos criadores Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis. Foram trazidos pelos portugueses ao Brasil colônia e ainda existem em casarões históricos. Resgatados nos anos 1980 pela arquiteta Lina Bo Bardi na obra do Sesc Pompeia.
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